| PROCESSO: | RE Nº 10434 - Recurso Eleitoral UF: PA |
14ª ZONA ELEITORAL
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| Nº ÚNICO: | 10434.2012.614.0014 | ||
| MUNICÍPIO: | VISEU - PA | N.° Origem: | |
| PROTOCOLO: | 571592012 - 05/07/2012 20:58 | ||
| RECORRENTE: | ASTRID MARIA DA CUNHA E SILVA, CANDIDATO/PREFEITO | ||
| ADVOGADO: | INOCÊNCIO MÁRTIRES COELHO JUNIOR | ||
| ADVOGADO: | JOÃO EUDES DE CARVALHO NERI | ||
| RECORRIDO: | COLIGAÇÃO CORAÇÃO DA MUDANÇA (PR, PT, PPS, PSDB, PP, PSC, PSD, PDT, PV, PSL, PTB E PRTB) | ||
| ADVOGADO: | JOÃO VELOSO DE CARVALHO | ||
| ADVOGADO: | JOSÉ RUBENS BARREIROS LEÃO | ||
| RELATOR(A): | JUÍZA EVA DO AMARAL COELHO | ||
| ASSUNTO: | ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012 - RECURSO ELEITORAL - REGISTRO DE CANDIDATURA - RRC - CANDIDATO - IMPUGNAÇÃO - CARGO - PREFEITO - INDEFERIMENTO - INELEGIBILIDADE - REJEIÇÃO DE CONTAS PÚBLICAS - CONDIÇÃO DE ELEGIBILIDADE - PLENO EXERCÍCIO DOS DIREITOS POLÍTICOS - MUNICÍPIO DE VISEU - 14ª ZE | ||
| LOCALIZAÇÃO: | CPRO-COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO | ||
| FASE ATUAL: | 18/08/2012 19:06-Enviado para AJM. Conclusos a(o) Juiz(a) Relator(a) | ||
sábado, 18 de agosto de 2012
ELEIÇÕES 2012 - VISEU: Processo da candidata do PMDB remetido conclusos para Juiz Relator
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Distribuição de combustível para carreata não é compra de votos
VISEU: Candidata do PMDB aguarda julgamento de recursos no TRE
PROCESSO:
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RE Nº
10434 - Recurso Eleitoral UF: PA
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14ª ZONA ELEITORAL
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Nº ÚNICO:
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10434.2012.614.0014
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MUNICÍPIO:
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VISEU -
PA
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N.°
Origem:
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PROTOCOLO:
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571592012
- 05/07/2012 20:58
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RECORRENTE:
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ASTRID
MARIA DA CUNHA E SILVA, CANDIDATO/PREFEITO
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ADVOGADO:
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INOCÊNCIO
MÁRTIRES COELHO JUNIOR
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ADVOGADO:
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JOÃO
EUDES DE CARVALHO NERI
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RECORRIDO:
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COLIGAÇÃO
CORAÇÃO DA MUDANÇA (PR, PT, PPS, PSDB, PP, PSC, PSD, PDT, PV, PSL, PTB E
PRTB)
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ADVOGADO:
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JOÃO
VELOSO DE CARVALHO
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RELATOR(A):
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JUÍZA
EVA DO AMARAL COELHO
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ASSUNTO:
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ELEIÇÕES
MUNICIPAIS 2012 - RECURSO ELEITORAL - REGISTRO DE CANDIDATURA - RRC -
CANDIDATO - IMPUGNAÇÃO - CARGO - PREFEITO - INDEFERIMENTO - INELEGIBILIDADE -
REJEIÇÃO DE CONTAS PÚBLICAS - CONDIÇÃO DE ELEGIBILIDADE - PLENO EXERCÍCIO DOS
DIREITOS POLÍTICOS - MUNICÍPIO DE VISEU - 14ª ZE
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LOCALIZAÇÃO:
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MPE-MINISTÉRIO
PÚBLICO ELEITORAL
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FASE ATUAL:
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12/08/2012
17:50-Documento expedido em 10/08/2012 para MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL
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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
CAMPANHA PELA MORALIZAÇÃO DE VISEU: Faça um vereador trabalhar.
| Campanha pela moralização política do município de Viseu. Faça parte dessa faxina. |
Escolha bem escolha certo. O viseuense tem mais de meia centena de candidatos. No meio dessa turma deve ter algum em condições de ser o legítimo representante de seus interesses. Você não gosta do que é direito? FAÇA SUA PARTE!
domingo, 12 de agosto de 2012
ELEIÇÕES 2012 – As dificuldades de fazer política em Viseu
Alguns se apresentam com uma conversa vazia, que não resiste ao menor questionamento. Em dificuldade eles se revelam, perguntam logo qual sua necessidade? Quanto vale seu voto?
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| Essa é a única proposta de muitos candidatos |
terça-feira, 31 de julho de 2012
VISEU - Candidata da coligação “Cuidando da Nossa Gente” (PMDB, PMN e PSB) tem seu pedido de registro indeferido.
Sentença de lavra do Dr. Lauro Alexandrino Santos, da 14ª Zona Eleitoral
de Viseu, indeferiu o pedido de registro da candidatura da Dra. Astrid Maria da
Cunha e Silva que pretendia concorrer ao cargo de prefeita do município de
Viseu.
Na peça, o Magistrado acompanhou o robusto parecer do Promotor de
Justiça, Dr. Januário Constâncio Dias Neto, composto de onze páginas. O
representante do Ministério Público Eleitoral fundamenta seu parecer nos
diversos quesitos impeditivos para que a candidata reúna condições de disputar
uma eleição. Com a condenação, Astrid Cunha, torna-se, assim, o primeiro
postulante a cargo político no Estado do Pará a ser atingida pela Lei da Ficha
Limpa.
O pedido de impugnação de registro foi proposto pela coligação “Coração
da Mudança” (PR, PT, PPS, PSDB, PP, PSD, PDT, PV, PSL, PTB e PRTB),
que instruiu o pedido com farta documentação comprobatória de das
irregularidades cometidas pela candidata Astrid Cunha ao longo dos oito anos em
que governou o município de Viseu, o que provocou a aplicação da pena.
Condenações no âmbito dos diversos tribunais (TCU, TCE e TCM) levaram pesaram para que o pedido de registro de candidatura da Dra. Astrid tivesse esse desfecho. Durante os oito anos de governo da ex-prefeita, Viseu registrou a maior sangria em seus recursos, que comprovadamente foram desviados, conforme a documentação juntada pelo impugnante.
A edição do jornal O METOPOLITANO que está sendo preparada (deve sair em breve) mostra na íntegra o Acórdão 8.105, do Tribunal de Contas dos Municípios, que ao julgar as contas referentes ao exercício 2003, de responsabilidade da candidata impugnada, revela alguns dos muitos ilícitos cometidos na administração de Astrid Cunha. No referido documento os Conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios recomendam a Câmara Municipal de Viseu a reprovação de referidas contas. O montante de recursos desviado pela ex-prefeita revela de forma cristalina o desastre que foi sua administração.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
O REI NU
Como não sou partidário dessas lideranças políticas achei até que a mão de Deus se fez sentir. Primeiro que o problema de saúde com a pessoa da família não apresentou nenhuma gravidade. Por convicção não costumo bater palmas para quem não merece.
Ainda na cidade, soube que o candidato a prefeito de Curionópolis, cotadissimo nas pesquisas, reuniu seu "staf" para comunicar que não faria campanha, pois pela sua posição nas pesquisas não seria necessário esse empenho. A reeleição estava garantida. Achei um pouco temerosa essa presunção, pois bem sabemos como se opera a política no interior.
Lá em Curionópolis o governo também tem seu Primeiro Ministro. Lá o parlamento também é quase que unanimidade. Nelson Rodrigues, o nosso grande draumaturgo já dizia: "Toda unanimidade é burra!".
O prefeito, senhor absoluto de todas as coisas, esqueceu-se apenas de um pequeno detalhe: Ninguém é uma ilha, ou ainda é a união dos pequenos que nos faz grande.
Lá sentimos que as coisas, apesar da posição confortável não havia a certeza confiável de que o futuro era azul.
Me fez lembrar meus tempos de estudante do ensino primário. Tinha uma fábula, que lembro ser de Esopo e La Fontaine, cujo título era "O Rei Nu". Assim se contava a fábula: "O reino estava em festa e o monarca precisava de uma roupa nova. Contratou o melhor alfaite que havia no reino para confeccionar-lhe o traje. Sendo sua majestade um homem muito vaidoso, disso se valeu o alfaite para quem o monarca não era simpático. Começou a tecer-lhe um traje que dizia ser invisível. Apesar da desconfiança do monarca, sua vaidade não lhe permitia reconhecer que não havia roupa nenhuma. Ele via linhas e tecidos bordados a ouro, o que conferia ao traje um toque magistral. E o mais impressionante, é que todos os seus acolhitos, apesar de nada verem, concordavam com o soberano. Ai deles que disessem o contrário. Seus epíritos bajuladores jamais permitiriam isso, também.
E chegou o grande dia do desfile. O Rei, orgulhoso e cheio de si desfilava nas ruas, triunfante, diante de seus súditos, que festejavam a roupa nova do Rei. O monarca, do alto de sua majestade, inflado pela vaiddade e pelo prgulho, sentia-se triunfante com a demonstração de subserviencia de seus súditos.De repente... uma criança grita do alto de sua inocencia: O rei está nu! O povo parou admirado. Nisso parece que o flautista de Hamelin parou de tocar sua flauta mágica. E o povo todo percebeu que uma criança, com toda sua inocencia, via tudo com os olhos da verdade. O Rei estava nu. Enfim, o rei caiu na realidade e percebeu que o excesso de vaidade revelava o quanto ele estava errado. a realidade portanto era outra. Percebeu que poderia, jamais, deixar, que bajuladores de plantão não lhe permitissem ver o óbvio. O mais interessante de tudo isso é que toda fábula tinha um viés moral. MORAL DA HISTÓRIA: Não permita que outros te mostrem só aquilo que eles querem que enxergues.
Recentemente me chegou a notícia que o candidato a reeleição em Curionópolis, o Chamonzinho, chamou seus parceiros para o desenvolvimento de um projeto de grupo, deixando de lado os conselhos de seu primeiro ministro.

