domingo, 22 de janeiro de 2012

ITÁLIA: o Desastre do Costa Concórdia

Afunda! Afunda! Afunda!

Tinha de haver uma explicação lógica para o naufrágio do navio Costa Concordia, nas águas italianas. Quando a perícia terminou seu trabalho vejam a conclusão que chegou sobre as causas do desastre. O motivo estava na chaminé do Navio e na lapela do bolso da camisa do tripulante da embarcação.

Não poderia ser de outra maneira. Tinha mesmo de afundar!

VISEU: Carnalaurso toma conta das ruas da Vila de Fernandes Belo


No próximo domingo, 29 de janeiro, o Laurso  volta às ruas da Vila de Fernandes Belo.
Enquanto isso, as crianças de nossa localidade dão uma prévia do que será o Carnalaurso neste ano de 2012.
Tradicionalmente existem na localidade dois La Ursos. O do Ferro Velho e o do Sivico. Neste ano os dois grupos decidiram se unir para levar a brincadeira em apenas um grupo.
Dessa maneira, a partir do dia 29, Fernandes Belo vai reeditar o mais belo e o mais autentico carnaval da região. Vamos esperar para conferir.
Mantendo a tradição

A criançada de Fernandes Belo

A alegria invade as ruas de Fernandes Belo


VISEU: FAÇA UM VEREADOR TRABALHAR


Eleições 2012

Como acontece de quatro em quatro anos, o país se prepara para mais um processo eleitoral. Em Viseu não é diferente. O momento nos leva a reflexão. Qual foi o vereador que levou meu voto nas eleições passadas? Ele está trabalhando pela minha comunidade? Ele assumiu o compromisso empenhado ao conseguir meu voto? Ele está trabalhando pelo meu município? Deve voltar?
           Convido todos que acham que o vereador tem de trabalhar. Vamos espalhar pelo município essa campanha. Vamos fazer nosso vereador trabalhar!
    
            Abaixo apresento o adesivo que deve ser usado na divulgação da campanha:


FERNANDES BELO FESTEJA SÃO BENEDITO

Na vila de Fernandes Belo, município de Viseu, região nordeste do Estado do Pará, dividindo com o Estado do Maranhão, os devotos de São Benedito, no dia 26 de dezembro, comemoram a festa do padroeiro. Pintam-se de preto em homenagem ao santo, tingindo seus corpos de um mistura de óleo e carvão. É a forma que encontram para reverenciar sua fé. Crianças e adultos com seus corpos pintados pagam suas promessas pelas Graças alcançadas.
Uma manifestação de fé que se repete todos os anos.
Vejam nas imagens alguns promesseiros.


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

SER POLÍTICO - de Jarbas Passarinho

            Winston Churchill, medularmente politico ajudava a ironizar. Um jornalista perguntou-lhe, certa feita, quais eram as qualificações necessárias a m jovem que desejasse ingressar na vida política. Ele responde. “É a qualidade de prever o que vai acontecer amanhã, na próxima semana, nos próximos meses e anos”. Fez uma pausa marcada pelo olhar maroto e concluiu: “É ter habilidade de explicar depois porque nada disso aconteceu” ... Em suma: uma qualidade de esperteza cínica.
            As pessoas em geral, já descrentes dos políticos, tornaram-se por vezes severas, injustas e identificáveis com os que Rui Barbosa chamava de “magarefes da honra alheia” . Ou por serem cruéis por natureza, ou porque jamais compreenderam que, como dizia Bismarck, “a política é a arte do possível e do indicado”.
            Fazendo autocrítica, reconheço que fornecemos, não raro, motivo para as censuras, quando enveredamos pelo movediço terreno do possível ainda que não o indicado. Sobretudo em questão de ética. O esquecimento de uma ofensa, quando o ofensor toma a iniciativa de procurar o ofendido de ontem, o que implica em um pedido de desculpa, o que implica uma desculpa, nem sempre é compreendido. Uns são comedidos na crítica. Outros tomados de uma indignação maior do que a que podem conter, enveredam pelo insulto soez. A aliança dos contrários é particularmente vulnerável quando o esquecimento de uma ofensa é uma ofensa contra a honra. Não há como escapar da incompreensão ou ficar imune a peçonha de supostos amigos, muitas vezes movidos por sentimentos por seu turno nada nobres, ainda que pose de Catão, o antigo.
            Desgraçadamente a vida do político pode leva-lo a conduzir-se de modo a aparentar falta de coerência, porque por sua vez se deixa dominar também por sentimentos menores, como que se traduz na perversa expressão: “O inimigo de meu inimigo, meu amigo é”. Por essas armadilhas que nossos destinos enfrentam com certa frequência, é que estou cada vez mais inclinado a recolher a vela de meu pobre barco singrando as águas ardilosas da política.

PASSARINHO, JARBAS. Ser político. Jornal O LIBERAL. Caderno Atualidades. Pag. 2. 07.09.1997. Belém – Pará.