segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
DESAFIANDO O PERIGO – As dificuldades para se chegar a Fernandes Belo
FERNANDES BELO RECEBE O GIGANTES DO NORTE – Esquadrão sensação faz a festa em Fernandes Belo
Círio 2009 - Fé e devoção nas ruas de Fernandes Belo para homenagear sua padroeira
As homenagens a Virgem começaram na sexta feira, 11/12, de madrugada, quando em romaria os devotos a conduziram até a localidade de Braço Verde. A noite retornou a Fernandes Belo permanecendo na igreja Matriz. Muita emoção ao longo de toda a romaria.
Na sábado, 12/12, a noite, aconteceu a trasladação da imagem cujo cortejo saiu da Igreja Matriz e após percorrer várias ruas da Vila chegou até o Colégio Gentil Paulo Raiol. No domingo pela manhã, acompanhada por um mar de romeiros em procissão, percorreu várias ruas da vila. Por onde passava recebia homenagens de seus filhos agradecendo por graças recebidas ou simplesmente para demonstrando sua devoção.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
O CURSO DE DIREITO NA FAP – A imagem que fala por si

Circunstancias adversas nos levaram a trancar a matrícula no curso. Esperamos retomar os estudos no ano de 2010. Revendo a imagem pudemos relembrar dos nossos amigos, Laurinho, “Santo Antonio de Lisboa”, Dilvana Peres, Camilo , Antonio Pantoja (com a turma)Joãozinho, Marcio, Carol, Raissa, Denis e a Renata. Bateu a saudade! Mas garantimos, em breve estaremos de volta para conclusão do curso.
CARNALAURSO – Fernandes Belo e o melhor carnaval da Região
| Vila de Fernandes Belo: O Povo em Festa |
O PREÇO DE UMA VIDA: Uma questão de insegurança
Até quando teremos que chorar nossos entes queridos tirados de nosso convívio de uma forma brusca, inesperada e violenta? A quem devemos responsabilizar por esses acontecimentos? A vida humana no município de Viseu está sempre por um fio. A insegurança toma conta de nosso dia a dia. Dormimos mas não podemos ter a menor certeza de amanheceremos com vida. Se saímos para viajar não sabemos se vamos voltar.
A ausência do sistema de segurança aqui por nossas paragens faz com que a bandidagem se sinta absoluta e certa da impunidade. Os braços da lei, por vezes ditos longos braços não atingem a bandidagem que vive num vai e vem constante representando uma constante ameaça para nossos cidadãos.
Nosso município, ao que parece vive sob o signo da bandidagem. A criminalidade fortemente presente em nosso meio parece que vive protegida pelo manto dos poderosos. Assaltos, roubos, homicídios, latrocínios, pequenos delitos se tornaram corriqueiros em nossa região. E tudo sob o manto da impunidade. E a polícia, tanto a civil quanto a militar, vive numa situação de penúria, abandonada pelos nossos governantes. A impressão que deixa no ar é que será necessário que muitas famílias chorem seus mortos para que os homens do poder patrocinem alguma mudança nesse quadro.
Vivemos abalados pela morte trágica e violenta de respeitáveis cidadãos. Até
hoje nossa comunidade lamenta a perda do amigo Zé Aldo, ausência que deixou um
enorme vazio em nosso meio, sem que se tenha conhecimento de quem foram os
mandantes e sem que seus autores tenham sido identificados e presos.
Quando aqui entre nós acontece um crime revestido de forte grau de violência, a polícia quando chega ao local os criminosos já estão longe da cena do crime. A polícia desaparelhada, sem efetivo, sem viaturas, enfim, sem a menor estrutura. As estradas intrafegáveis favorecem a fuga dos criminosos. A extensão geográfica de nossa região também dificulta a caça aos criminosos. O governo do Estado, constitucionalmente responsável pela segurança de seus cidadãos ao que parece fica de braços cruzados diante de tamanha violência.
Aqui
em Fernandes Belo, desde junho/2006 vimos pleiteando junto
nossas autoridades a criação de um Departamento de Polícia Militar em nossa
localidade, sem que até o momento tenhamos recebido qualquer atenção de nossas
autoridades, apesar da boa vontade do comando da PM em Bragança.
Ontem
foi Zé Aldo e Mariano, mais recentemente o professor Vavá, da Vila de Seringa,
que de forma violenta e trágica deixaram nosso convívio, vitimas da violência,
de incompetência e do descaso de nossas autoridades, que não ouvem nossos
apelos.
Mais
recentemente, 28/10, ladrões fortemente armados assaltaram as agências do Banco
do Estado do Pará e do Banco do Brasil, em Viseu. Em ação ousada, deixaram
nossa polícia desnorteada com uma ação aparentemente bem planejada.
E
como consequência dessa operação o Banco do Brasil até esta data não voltou a
funcionar regularmente, e comenta-se “a boca pequena”, que talvez nem volte
mais a funcionar na cidade.
E o
mais impressionante, segundo comentários, é que na grande maioria dos assaltos,
com ou sem mortes, estão sempre presentes os mesmos personagens, parece até
operação com hora marcada.
Até
quando vamos ter que conviver com essa situação de abandono?
JAPIM – Comunidade se reúne para falar de emancipação política.
Acreditamos que o povo do Curupaiti também deve participar dessa festa de cidadania. Emancipar não é socializar miséria como muitos pensam e sim dar oportunidade para essas regiões saírem do estado de abandono a que estão relegadas pela administração municipal.
Foi muito boa a participação popular considerando que a reunião foi decidida de véspera, no sábado passado, 05/12, portanto, sem tempo hábil para mobilizar a comunidade da PA/MA interessada no assunto.
Representantes do Distrito do Japim estiveram participando de uma Sessão Especial convocada pelo deputado estadual Ítalo Mácola e realizada na Assembléia Legislativa do Estado do Pará, no dia 17/09 do corrente ano, onde o tema foi a criação de novos municípios. É desejo do povo do Japim dar um novo a rumo a administração da PA/MA.
Nosso município não tem sido muito feliz com os últimos prefeitos. De forma muito precária dispensam atenção a sede do município e esquecem a zona rural, que vive em estado de completo abandono. Inexplicavelmente a ação do executivo municipal é vista pela realização de alguns pequenos serviços autorizados pelo prefeito apenas para satisfazer o ego de detentores de mandato (vereadores) que se apresentam como lideranças políticas.
Acreditamos que o detentor do mandato legislativo não é legítimo para a execução desses serviços. Aos vereadores competem outras tarefas, menos a tarefa executiva. Logo, essas ações não se revestem de caráter legal. De que forma esses recursos utilizados para a prestação desses serviços estão sendo contabilizados? Se liberados diretamente aos vereadores, e o que parece é feito dessa forma, teria esse político legitimidade para assim agir? Penso que não? Como é feita a prestação de contas desses recursos? A contabilidade da prefeitura deve revelar esse malabarismo. Vamos esperar para ver.
A julgar pelo interesse demonstrado pelos moradores do Japim o sentimento emancipalista deve tomar corpo no Estado do Pará.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
GOVERNO ANA JÚLIA MALTRATA O POVO DE VISEU
Pesquisa promovida pelo sitio www.portalviseu.com.br (posição às 14:42 h do dia 09.12.2009), mostra o seguinte resultado:
Péssimo ................................ 84,7 %
Ruim ..................................... 8,5 %
Regular ................................. 2,8 %
Bom ...................................... 2,3 %
Excelente............................... 1,1 %
Ótimo .................................... 0,6 %
Viseu sobrevive em estado de completo abandono. As rodovias estaduais estão intrafegáveis, prejudicando a sobrevivencia da economia da região e dificultando a vida de quem precisa buscar atendimento médico fora da região, principalmente Bragança e Belém. Só para que se tenha ideia do descaso do governo petista, na rodovia que liga Bragança a Fernandes Belo, II Distrito de Viseu, a ponte sobre o rio Peroba que desabou no dia 08 de maio, ou seja, após 215 (duzentos e quinze) dias da queda, somente agora uma equipe de trabalho do SETRAN iniciou serviços de recuperação da referida ponte.
Atualmente os veículos passam pelo leito do rio que devido a forte estiagem que se abate sobre a região vem permitindo que esses veículos de pequeno porte, atravessem pelo seu leito.
Se não bastasse esse problema, as pontes sobre o rio Jutai e a ponte do Barreirão, já nem estão sendo utilizadas pelos veiculos, devido o risco eminente de queda. São veradeiro convite a tragédia. O inverno está chegando e com ele já aguardamos o agravamento dos problemas.
Lamentavelmente os políticos da região pouco se empenham para solucionar esses problemas. Essa rodovia atravessa os município de Bragança, Augusto Correa e Viseu e seus moradores cansados do abandono e sem ter para quem apelar frequentemente vem fazendo manifestações na intenção de chamar a atenção das autoridades, sem qualquer resultado prático. O fechamento da ponte do Sapucaia, em Bragança, recentemente fechada por duas vezes é o reflexo dessa situação.
Recentemente o deputado Ítalo Mácola (PSDB) vem sendo a voz do povo de Fernandes Belo, apresentando à mesa da Assembléia Legislativa moções visando o atendimento de demandas do povo do II Distrito de Viseu.
Isso sem falar em saúde, educação, saneamento, agricultura, segurança pública, cujos problemas tiram o sono dos viseuenses.
O resultado da pesquisa realizada pelo portal Viseu revela na medida exata o sentimento do povo viseuense em relação são atual governo do Estado do Pará. Mudar é preciso!