quinta-feira, 22 de maio de 2014

RECURSOS FEDERAIS NA CONTA DA PREFEITURA DE VISEU



De: Portal da Transparência
Para: Antonio Pantoja da Silva
Hoje (22.05.2014) em 12:43 AM

Caro cidadão,

Você está recebendo esta mensagem porque se cadastrou no Portal da Transparência para receber informações sobre novos repasses de recursos federais a estados e municípios realizados por meio de convênios. O objetivo da divulgação desses dados é ampliar a transparência pública e estimular a participação e o controle social.

Os dados dos convênios aqui relacionados foram extraídos do SIAFI, no dia 19/05/2014. Caso deseje saber o total liberado, consulte o detalhamento do convênio no Portal da Transparência

Os convênios do município de VISEU/PA que receberam seu último repasse no período de 12/05/2014 a 19/05/2014 estão relacionados abaixo:

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Número Convênio: 797301
Objeto: Construção/complementação de 13,5 km (treze e meio quilômetros) de estradas vicinais, no padrão Alimentadoras, no Projeto de Assentamento Cidapar 1a. Parte, no Município de Viseu, no Estado do Para.
Órgão Superior: MINISTERIO DO DESENVOLVIMENTO AGRARIO
Convenente: PREFEITURA MUNICIPAL DE VISEU
Valor Total: R$ 1.298.201,23
Data da Última Liberação: 16/05/2014
Valor da Última Liberação: R$ 649.100,61

sexta-feira, 2 de maio de 2014

RECURSOS NA CONTA DA PREFEITURA DE VISEU



RECURSOS NA CONTA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE VISEU
 
Assunto:
Consulta Convênios - Novas Liberações de Recursos - Município de VISEU/PA
De:
Portal da Transparencia (cadastro.convenio@cgu.gov.br)
Para:
pant_silva@yahoo.com.br;
Data:
Quinta-feira, 1 de Maio de 2014 2:08

Caro cidadão viseuense,

Porque sou cadastrado no Portal da Transparência acabei de receber essas informações sobre novos repasses de recursos federais a estados e municípios realizados por meio de convênios. O objetivo da divulgação desses dados é ampliar a transparência pública e estimular a participação e o controle social.

Os dados dos convênios aqui relacionados foram extraídos do SIAFI, no dia 28/04/2014. Caso deseje saber o total liberado, consulte o detalhamento do convênio no Portal da Transparência

Os convênios do município de VISEU/PA que receberam seu último repasse no período de 14/04/2014 a 28/04/2014 estão relacionados abaixo:

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Número Convênio: 778144
Objeto: Construção/Complementação de 7.5 Km de Estradas vicinais.
Órgão Superior: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO
Convenente: PREFEITURA MUNICIPAL DE VISEU
Valor Total: R$ 691.609,98
Data da Última Liberação: 16/04/2014
Valor da Última Liberação: R$ 230.536,66

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Número Convênio: 797301
Objeto: Construção/complementação de 13,5 km (treze e meio quilômetros) de estradas vicinais, no padrão Alimentadoras, no Projeto de Assentamento Cidapar 1a. Parte, no Município de Viseu, no Estado do Para.
Órgão Superior: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO
Convenente: PREFEITURA MUNICIPAL DE VISEU
Valor Total: R$ 1.298.201,23
Data da Última Liberação: 25/04/2014
Valor da Última Liberação: R$ 649.100,61

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Número Convênio: 797302
Objeto: CONSTRUÇÃO de obras de arte especiais (80,00 M de pontes), no padrão INCRA/MUNICÍPIO, no Projeto de Assentamento Cidapar 1a. Parte, no Município de VISEU, no Estado do Para.
Órgão Superior: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO
Convenente: PREFEITURA MUNICIPAL DE VISEU
Valor Total: R$ 651.245,51
Data da Última Liberação: 25/04/2014
Valor da Última Liberação: R$ 217.081,84

Em resumo: Em valores adicionados a prefeitura municipal de Viseu recebeu a importância de R$ 1.096.719,11 (Um milhão noventa e seis mil, setecentos e dezenove reais e onze centavos).
Que a administração municipal faça bom uso desses recursos.

sábado, 19 de abril de 2014

LEITURAS QUE VALEM A PENA



A casa não pode cair

“PROJETO DO PT?” QUE DIABO SERIA ISSO? NADA MAIS SIMPLES: O PROJETO DO PT É NÃO TER PROJETO NENHUM. EM VEZ DE TRABALHAR PARA CONSTRUIR UM BRASIL MAIS JUSTO, CONFORTÁVEL E PROMISSOR PARA OS BRASILEIROS, TODO O ESFORÇO DO PARTIDO SE CONCENTRA EM NÃO LARGAR O OSSO DO GOVERNO.

Todo brasileiro de olhos abertos para o que está acontecendo no país em geral, e na sua própria vida em particular, sabe muito bem que a coisa está preta. Há mil e uma razões para isso, como se pode verificar todos os dias pelo noticiário; seria pretensioso, além de inútil, tentar fazer uma lista de todas. Basta dizer, para encurtar o assunto, que, segundo as últimas pesquisas de opinião, mais de 70% da população acha que assim não vai, e quer mudanças na ação do governo como um todo. Será que os brasileiros, finalmente de que estão sendo dirigidos por um dos governos mais incompetentes que já tiveram de aguentar – ou, possivelmente, o mais incompetente de todos? Mais interessante ainda: a propaganda descomunal que o poder público soca todos os dias em cima da população e o uso sistemático da mentira talvez já não estejam dando o resultado os resultados que costumam dar. A presidente Dilma Rousseff, por exemplo, ameaça combater a corrupção na Petrobras, mas diz que os “inimigos da empresa” são os que sugeriram mudar seu nome para “Petrobrax”, cerca de quinze anos atrás, com a intenção secreta de liquidá-la – e, ao mesmo tempo, faz tudo para impedir que se investigue a roubalheira pública de hoje. Quanta gente acredita num desvario desses? Tudo bem. O Brasil está em petição de miséria, e o presente já é um caso perdido. A pergunta, agora, é a seguinte: as coisas vão mudar para melhor depois da eleição presidencial de outubro ou vão ficar piores ainda?

Vão ficar piores, com certeza, se o Brasil não sair da armadilha que o governo, o PT e o ex-presidente Lula montaram: eles têm de ganhar todas, pois não podem mais admitir a alternância de poder. Se admitirem, a casa cai, e a casa não pode cair – pois os que mandam no país não conseguem mais viver fora do governo. Manter-se no poder todo mundo quer, nas melhores democracias do mundo. O problema atual do Brasil é que o PT não apenas quer continuar: precisa continuar, pois, se cair, o mundo de privilégio que construiu para si próprio nos últimos onze anos vai direto para o espaço. É essa ansiedade, e nada mais, que acaba de trazer Lula para dentro da campanha eleitoral – se Dilma continuar caindo nas pesquisas, é pouco provável que ele e seu partido digam “que pena” e fiquem só olhando o desastre acontecer na sua frente. Aí, para não perderem a situação de proprietários privados do Brasil que conseguiram obter de 2003 para cá, tudo passa a valer: a presidente pode ser desembarcada sem cerimônia do seu posto de candidata à reeleição, e Lula entraria na disputa para salvar a pela de todos. Como explicar essa deposição de Dilma para o público? Inventa-se uma história qualquer – esse tipo de coisa jamais foi problema para Lula, um artista em escapar das situações mais sinistras sem explicar nada. A companheirada por sua vez, dirá que lamenta – mas que a volta de Lula é essencial para salvar o “projeto do PT, caso ele esteja ameaçado de “destruição” pela “direita”, pela “grande mídia”, pelos que “não se conformam” com a vitória da classe operária etc. se a oposição ganhar, dizem, será a “volta da ditadura” – e não é possível permitir tal crime.

“Projeto do PT?” Que diabo seria isso? Nada mais simples: o projeto do PT é não ter projeto nenhum. Em vez de trabalhar para construir um Brasil mais justo, confortável e promissor para os brasileiros, todo o esforço do partido se concentra em não largar o osso do governo. Não se trata de desejo: é necessidade. O que muda, se saírem, não é nada que tenha a ver com ideias, princípios ou valores; o que muda, no duro, é a sua vida material. Vão-se embora os 20.000 altos empregos que têm no governo federal. Vão-se embora as oportunidades ilimitadas de negócios com o poder público. Vão-se embora as Passadenas, os mensalões, a compra de certas empresas de videogames por empreiteiras de obras, na base dos 10 milhões de reais. Ficam as fortunas criadas nos porões da Petrobrás. Ficam as rosemarys, ou youssefs e milhares de outros com eles. Ficam o caviar da Roseana Sarney, os jatinhos, os plano médicos milionários. Ficam a diárias de hotel a 8.000 euros. Fica um STF obediente. Mais que tudo, fica garantida a impunidade.

O PT, como observou há pouco o ex-deputado Fernando Gabeira, é um partido que se baseia totalmente na obediência; não vale nada, ali, mérito, talento ou competição sadia. A única maneira de súber é obedecendo a Lula – e para isso  é indispensável que Lula, ou alguns de seus postes, esteja no governo.

GUZZO, J. R. A casa não pode cair. Revista VEJA. Edição 2370. Ano 47. nº17. Editora Abril. São Paulo – SP.


SEMANA SANTA EM BELÉM



As sete palavras
Comentários do Cura da Sé, Padre José Gonçalo.

1.      “PAI, PERDOA-LHES,POIS NÃO SABEM O QUE FAZEM”: “Nosso Senhor, mesmo padecendo de todo sofrimento, deu duas lições. A primeira é sobre o valor do perdão. Mesmo sofrendo, Ele perdoou os seus algozes, quem o feriu e o humilhou. Diante disso, não podemos deixar de perdoar quem quer que seja, Perdoais para ser perdoado”.
2.      “EM VERDADE TE DIGO: HOJE ESTARÁS COMIGO NO PARAISO”: Essa frase destaca que junto a Jesus, também estavam sendo crucificados dois homens. Um deles pediu e recebeu o seu perdão incondicional e o outro o insultou. “A forma como primeiro ladrão o trata, blasfemando, revela como tratamos muitas vezes o senhor, de forma desafiadora. Se és filho de Deus, então alcança a graça que necessito. Já o bom ladrão reconheceu os seus maus feitos e Jesus como inocente. Essa apalavra nos mostra o amor incondicional de deus por aquele que se arrepende de seus pecados. Muitas vezes deixamos de receber a graça de Deus porque estamos com o coração fechado”.
3.      3. “MULHER, EIS AI TEU FILHO. FILHO, EIS AI A TUA MÃE!”: Essa palavra revela que Jesus não deixa o povo órfão. “As três primeiras palavras são a demonstração do amor e da compaixão de Cristo. E Maria recebe a missão de conduzir o povo à obediência da palavra. Para compreender o sentido teológico dessa palavra é preciso perceber a importância da presença de Maria na vida de Jesus, com um papel fundamental que passa de uma maternidade física para uma espiritual”.
4.      “MEU DEUS, MEU DEUS, POR QUE ME ABONDONASTE?”: A frase demonstra a natureza humana de Jesus no momento do calvário. “A partir da quarta palavra percebemos o sofrimento de Jesus e seu sacrifício perfeito. Ele estava ferido e sangrando. A dor que ele sentiu é inimaginável, mas por mais escura que seja a noite, o sol sempre volta a brilhar. Muitas vezes por causa da dificuldade da vida pensamos que Deus nos abandonou, por mais pesada que for a nossa cruz, nunca estaremos sozinhos”.
5.      “TENHO SEDE!”: A sede de Jesus significa algo mais, pois ele tinha sede da glória de Deus. Ele sabia que pelo seu sangue teríamos a salvação. Assim como ele nos ensina, devemos também ter sede de Deus. É nosso dever buscar entusiasmadamente a glória de Cristo. Jesus é perfeitamente homem e Deus e seu sofrimento foi real”.
6.      “TUDO ESTÁ CONSUMADO!”: “Ele inclina a cabeça e entrega o seu espírito, mas isso não significa o fim. Não se refere ao término da missão, mas sua inabalável determinação à missão. A sua obediência ao amor. Ninguém tem mais amor do que aquele que entrega a sua vida. É preciso anunciar esse amor de Cristo”.
7.      “PAI, EM TUAS MÃOS ENTREGO O MEU ESPÍRITO!”: “Jesus entregou o seu espírito ao Pai e seu corpo morreu, mas a morte não representa a aniquilação de tudo. A história não termina aqui, pois o senhor ressuscitou verdadeiramente. Tudo vai se concretizar pela fidelidade dele. E, nós onde depositamos nossa confiança, precisamos ter coragem na caminhada”.

terça-feira, 15 de abril de 2014

GRAN CIRCUS BRAZIL



Terminou neste momento mais uma apresentação do Gran Circus Brazil. Um grande elenco: Mágicos, Ilusionistas, Malabaristas, Trapezistas, Mulher Barbada, tem deputados e tem senadores. E tem uma presidente que é uma grande tapeadora.

E tem um grande número de emancipalistas batendo palmas para esse brilhante elenco, que brinda a plateia com mais um número sensacional: O PL de autoria do senador Mozarildo Cavalcante. Palmas para eles que a cortina vai descer...

Foi patética a sessão do Congresso Nacional neste inicio de noite do dia 15/04. Me senti tapeado. E por falar em tapeação é bom transcrever aqui o artigo de autoria de Rodrigo Constantino, publicado na revista VEJA, edição nº 2369. Vale a pena conferir para não se sentir tapeado.

Vamos tapear o eleitor?

O presidente da Infraero, em entrevista recente, disse que a estatal poderia “tapear obras” nos aeroportos, que estão bem atrasadas. Após grande repercussão, Gustavo do Vale se justificou, alegando que quis dizer “etapear”, um neologismo que significa dividir em etapas as obras. Se foi ato falho ou não, o que importa é que o termo usado define com precisão a realidade. A marca do atual governo tem sido justamente a substituição do foco nos resultados pela obsessão com as urnas. Enfim, uma administração em que o marqueteiro tem poderes de primeiro-ministro. Há precedentes perigosos na história de governos com tanto poder concentrado no homem da propaganda oficial. Tudo no governo atual visa as aparências, e apenas isso. A inflação, por exemplo. O IPCA de março, divulgado nesta semana, foi o mais alto do mês em onze anos. Em doze meses já acumula uma alta de 6,15%, muito perto do teto da banda oficial. Ainda assim, é um número tapeado, pois boa parte dos preços administrados pelo governo se encontra congelada, medida insustentável cujo custo ficará para depois das eleições. Haja tapeação.

Tome-se o caso da energia. O governo Dilma fez um escarcéu em redes de televisão e rádio para comunicar a queda nas tarifas de luz, mas era uma medida demagógica e insustentável. Com menos investimentos, corremos o risco de apagão e racionamento, mesmo com baixo crescimento econômico. A conta será inevitavelmente paga pelo consumidor, mas o governo tenta ganhar tempo para tapear o eleitor.

Com a gasolina é a mesma história. Preços represados para não impactar ainda mais a inflação. Mas, além de isso estimular o uso excessivo de carros, representando um subsídio que os pobres pagam aos ricos, afetou drasticamente a geração de caixa da Petrobrás. A estatal já não está em sua melhor fase de gestão, com decisões tomadas por critérios políticos que produziram prejuízos bilionários. E o governo tanto fez que conseguiu impedir até agora uma CPI que investigue a empresa. O eleitor foi tapeado mais uma vez.

As tarifas de ônibus ficaram congeladas, especialmente após as manifestações que tomaram as ruas do país. Mas alguém acha que elas podem ficar inalteradas eternamente, com esse patamar de inflação? Claro que não. Porém as eleições estão logo ali, então vale mais uma tapeada.

As obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que chegou a ser a maior vitrine eleitoral de Dilma, não só estão atrasadas, como vários investimentos corriqueiros foram jogados para dentro do programa para inflar suas cifras. A “mãe do PAC” já anunciou a terceira etapa do programa enquanto nem terminou a primeira.

O programa Mais Médicos foi anunciado com muita fanfarra. Um pais com 200 milhões de habitantes não tinha como conseguir 10.000 médicos e enfermeiros, e por isso teve de importar de uma minúscula e falida ilha caribenha esses profissionais, na condição de escravos. Ninguém vai sentir efetivamente melhora na saúde pública com isso, mas o impacto eleitoral do slogan é grande. Fomos tapeados.

As contas públicas pioraram substancialmente nos últimos anos, pois o governo só faz aumentar seus gastos e seu endividamento. O que fazer então? Cortar gastos da muito trabalho e pode ser impopular. É muito melhor esconder os números com truques rudimentares. Entra o BNDES em campo, a Petrobras “ex-porta” plataformas que continuam em nossos mares. Tudo para tapear os eleitores.

Com o aumento da percepção do risco do atual governo pelos investidores, a taxa de cambio acaba pressionada, pois muitos retiram capital do país. Mas, se o dólar subir muito, isso terá impacto na inflação, que já está muito alta. O cobertor é curto. O que fazer? Vender quase 100 bilhões de dólares em swaps cambiais para segurar artificialmente o preço da moeda estrangeira, ora bolas. Não aparece como redução das reservas cambiais e da uma boa tapeada nos eleitores.

A presidente seria intransigente com os “malfeitos”. A cada nova denuncia, descoberta e trazida à tona pela imprensa independente, um ministro ou subalterno pedia demissão. Era a “tolerância zero”. Só que não foi bem assim. Vários voltaram pouco tempo depois para o governo. Dilma, a “faxineira ética” apenas uma construção de marketing para tapear os eleitores.

O governo não se importa com o impacto de suas tapeações. Tudo o que importa é vencer as eleições, continuar no poder.