sábado, 11 de julho de 2020

ELEIÇÕES 2020: Definidas as novas datas para as eleições agora é esperar a resposta das urnas



Eleitor consciente, voto responsável, futuro garantido!
Imagem site do TSE
Definidas as datas de 15 de novembro para o primeiro turno e 29 de novembro para o segundo turno das eleições municipais, uma interrogação se espalha por todo o território nacional: Para onde irá o voto do cidadão brasileiro?
Há uma tênue esperança que novos ventos hão de soprar no horizonte político. As ruas estão fazendo muito barulho.
O novo formato das eleições também deve empregar forte influência na definição dos eleitos para as vagas nas Câmaras Municipais. Com o fim das coligações partidárias permitidas apenas para os cargos majoritários, só sobreviverão aqueles que tiverem competência política capaz de aglutinar a simpatia do eleitor.
Segundo analistas um fato novo deve se instalar no desenrolar do processo eleitoral, seguindo tendências que chamam Produto Nacional Bruto da Felicidade - PNBF. É inegável que o povo não anda muito satisfeito com o estado atual das coisas. O descredito com que a sociedade enxerga a classe política devido ao fato de que representantes do Executivo e do legislativo deixam de cumprir tarefas inerentes a suas funções e reaparecem nas bases somente nos ciclos eleitorais operando no balcão da velha política, esses obsoletos cultores do passado ganharão passaporte para ficar em casa. Essa descrença generalizada tende a abrir um imenso vácuo entre a sociedade e o universo político.
É chegada a hora da população escolher bons dentre os bons candidatos o prefeito que vai governar seu município e os vereadores que comporão a Câmara Municipal, formulando leis e fiscalizando os atos do executivo.  Rejeitar aqueles que buscam o poder apoiado no poder econômico. O eleitor deve ter a consciência de que ao vender seu voto e está comprometendo o seu futuro e o futuro de gerações.
Outro fator a ser considerado como de grande relevância, deve ser o protagonismo das mulheres, pois, segundo o professor Gaudêncio Torquato, jornalista e professor da USP, as mulheres ganham evidência na conjuntura da crise, são mais falantes e valentes nas críticas à baixa qualidade dos serviços públicos. Aparecem com maior visibilidade. A par dessa questão pontual, há de se avocar a condição feminina nas atividades do cotidiano, que adquirem realce nas crises, quando a mulher se apresenta falando na educação dos filhos, no trabalho que se torna mais difícil, na quantidade de coisas que organiza para diminuir as dificuldades que a família enfrenta. A mulher como organizadora, tomadora de conta do lar, atenta a uma renca de filhos. Daí emerge a inferência: serão reconhecidas como tal, merecendo o voto de grande parcela de eleitores?
É inegável que a prevalência desses novos ventos da política, um novo cenário pode ser desenhado nas eleições de novembro.
O mau marinheiro reclama dos ventos, mas, o bom marujo ajusta as velas!
Novas datas das eleições: Fiquem atentos!


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